sábado, 6 de agosto de 2011

Tempo.






Tarde de domingo, deitada, pensativa. 
Sempre tentando entender o valor desse tempo vago, estranho, necessário, eu sei.

Nem cogito olhar pra trás, não, não. Mas o fato de não poder saber o que me espera, causa angustia, felicidade...
Por fim, ansiedade. Essa que nem me deixa viver o que eu tenho hoje, é!
Aparento que não tenho motivos para olhar ao meu redor, sorrir. 
Tudo por querer o que ainda não tenho, tempo.
Mas tenho, eu olho, tento. 
Pequena, diante das consequências em mim.

Não adianta, p
or mais que uns se atrasem e outros se adiantem, a saída é esperar.

Suas indecisões levam ao começo das minhas.