Tarde de domingo, deitada, pensativa.
Sempre tentando entender o valor desse tempo vago, estranho, necessário, eu sei.
Nem cogito olhar pra trás, não, não. Mas o fato de não poder saber o que me espera, causa angustia, felicidade...
Por fim, ansiedade. Essa que nem me deixa viver o que eu tenho hoje, é!
Por fim, ansiedade. Essa que nem me deixa viver o que eu tenho hoje, é!
Aparento que não tenho motivos para olhar ao meu redor, sorrir.
Tudo por querer o que ainda não tenho, tempo.
Mas tenho, eu olho, tento. Pequena, diante das consequências em mim.
Não adianta, por mais que uns se atrasem e outros se adiantem, a saída é esperar.
Mas tenho, eu olho, tento. Pequena, diante das consequências em mim.
Não adianta, por mais que uns se atrasem e outros se adiantem, a saída é esperar.
Suas indecisões levam ao começo das minhas.
