Viver preconceito, desigualdade e a infeliz capacidade de se fazer superior aos outros. Soberba, Diferença. Tornam-se tão medíocres que se prevalecem de histórias que não pertencem a si.
Sim, são detalhes, mas fazem “A grande diferença”, nessa sociedade egocêntrica. Levantemos então, tal bandeira, não iguais a eles, mas idealizada, por menores que sejam nas igualdades existentes. Não está em jogo o fato de omitirmos as diferenças, não! Apenas escolher viver como humanos decentes que em algum momento da história se desencontram, quer por opção, gosto ou pela cultura e/ou afins, não deixando que essa multiculturalidade impeça-nos de ver o que as pessoas levam de melhor em suas bagagens e principalmente livrando-nos das horas inúteis que passamos ao apreciar obras (que não é arte) de uma sociedade “das diferenças”. Afinal, as obras são vistas por ângulos diferentes, apreciadas de formas diferentes onde todos acabam se achando nas mesmas, sobre os críticos, ah, isso já é conversa de gente grande...


