segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Diferença





Viver preconceito, desigualdade e a infeliz capacidade de se fazer superior aos outros. Soberba, Diferença. Tornam-se tão medíocres que se prevalecem de histórias que não pertencem a si.
Sim, são detalhes, mas fazem “A grande diferença”, nessa sociedade egocêntrica. Levantemos então, tal bandeira, não iguais a eles, mas idealizada, por menores que sejam nas igualdades existentes. Não está em jogo o fato de omitirmos as diferenças, não! Apenas escolher viver como humanos decentes que em algum momento da história se desencontram, quer por opção, gosto ou pela cultura e/ou afins, não deixando que essa multiculturalidade impeça-nos de ver o que as pessoas levam de melhor em suas bagagens e principalmente livrando-nos das horas inúteis que passamos ao apreciar obras (que não é arte) de uma sociedade “das diferenças”. Afinal, as obras são vistas por ângulos diferentes, apreciadas de formas diferentes onde todos acabam se achando nas mesmas, sobre os críticos, ah, isso já é conversa de gente grande...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

IN MEMORIAN.






2 anos, parecendo ter sido ontem. Te sinto. As nossas idéias presentes em todas as canções, os nossos sonhos que hoje sonho só e não deixarão de se tornar real porque eu estou aqui. Nós. Toda minha dedicação, todo meu amor, todas as minhas risadas, nenhum dia que passou, todos tentando entender esse destino. A irmã amada, querida, lembrada, saudosa. Porque quando eu crescer, quero ser igual a você (rs). A louca das grifes, peituda (mesmo), insondável, dedicada e acima de tudo faladeira. A mãe que deixou de ser com medo do futuro, que tola. A estranha que não parava queita, a doida que queria conhecer o mundo, alimentar os "bichinhos" e defender a natureza. A mulher formada desde os 12 anos. Ninguem conseguia acertar seu nome, mas pronuncia-se assim: Mácsuare. :D Uma voz petulante, um canto, que quando saia, fechava os sinais, parava o trânsito e no dedilhar do violão, soprava: "Quando Deus te desenhou..." ♪. Minha menine, até a eternidade.
In memorian Macsuare Cabral de França ( ✫ 27/12/1987 - † 18/02/2009)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Então, vá!





 
Depende da ousadia do outro, é irreversível.
Quando sente que pode estar perdendo tempo esperando tal ousadia, sabendo que tudo tem seu tempo e você não pode ir mais longe, não pode dar um passo maior que SEU desejo.
Continue esperando ou desista de viver ESSA felicidade. Que outras virão isso é certo, mas de alguma forma você sente que, exatamente essa, era a que fazia você sonhar sem saber com quem ou com o quê, essa tal que procurava. Ainda que queira desistir, sua alma, esperança e vontade continuarão fluindo de maneiras abstratas, substituindo a totalidade do "seu eu" em pról da felicidade esperada, aumentando o desejo de fazer real tudo àquilo que um dia fez parte do que jamais fora descoberto. Mas isso é você, apenas você...


Felicidade sf (lat felicitate) Estado de quem é feliz; Ventura; Bem-estar; contentamento; Bom resultado; bom êxito; F. eterna: bem-aventurança.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Meio.





 


A partida. Momento mais esperado até chegar à metade do caminho, nessa metade está a dúvida: "Realmente tudo está valendo à pena?" Onde você pára e olha para trás, respira fundo depois de se dar conta do que já caminhou, onde as lembranças das lágrimas vem como flash, dejavú. É no meio do caminho que se sabe e calcula o quanto ainda existe para chegar ao SEU destino. Sentado, você tem a sua direita o direito de voltar e quem sabe tentar seguir outro caminho; a sua esquerda a missão de ir até o fim, cumprindo com suor, dores, lágrimas e momentos insanos e felizes, aquilo que escolheu, trazendo a memória o que te motivou ao mesmo.
Se escolher voltar, lembre-se que pode voltar a passar tudo aquilo que enfrentou e conseguiu, na vinda. Quando chegar ao seu ponto de partida não encontrará ninguém a sua espera, e suponho até que, encontre aqueles que sabiam que você desistiria, mas os que acreditavam em você te esperavam na chegada.
                Você escolheu voltar, escolheu começar reviver uma vida, daí, sentir outros perfumes, caminhar outras trilhas, e de uma outra forma aprender que se deve ir até o fim. Não desistir.
                Tudo será muito relativo se escolher continuar. Não sabe o que pode vir, continuará a viver seus “talvez”, mantendo seu objetivo. Pode encontrar dores piores, choros de alegria. Está à vista o seu final.
(Humanos, sempre ‘vendo para crer’, buscam forças naquilo que vêem.)
Para sair, caminhar e vencer é preciso acreditar.
Enfim, é no meio do caminho que todas as motivações se transformam em opções e o que você escolher será consequentemente o que deseja viver, ou reviver.